II Parte · Cap. XI — A promoção da paz
O Magistério condena «a crueldade da guerra» e pede que seja considerada com uma abordagem completamente nova : de fato, «não é mais possível pensar que nesta nossa era atômica a guerra seja um meio apto para ressarcir direitos violados» . A Guerra é um «flagelo» e não representa nunca um meio idôneo para resolver os problemas que surgem entre as nações: «Nunca foi e jamais o será» , porque gera conflitos novos e mais complexos . Quando deflagra, a guerra torna-se uma «carnificina inútil» , uma «aventura sem retorno» , que compromete o presente e coloca em risco o futuro da humanidade: «Nada se perde com a paz, mas tudo pode ser perdido com a guerra» . Os danos causados por um conflito armado, de fato, não são apenas materiais, mas também morais : a guerra é, ao fim e ao cabo, «a falência de todo o autêntico humanismo» , «é sempre uma derrota da humanidade» : «nunca mais uns contra os outros, nunca mais, nunca!... nunca mais a guerra, nunca mais a guerra! » .